"As maiores loucuras são as mais sensatas alegrias, pois tudo o que fizermos hoje ficará na memória daqueles que um dia sonharão em ser como nós: loucos, porém felizes." (K. Cobain)
Tuesday, October 21, 2008
Monday, October 20, 2008
"Estou sendo"
Felicidade. Feliz... idade... feliz.
Friday, August 08, 2008
"Mil acasos me levam a você..."
Mas não, não pode ser por acaso.
Monday, July 28, 2008
Wishful thinking
Friday, June 27, 2008
Itinerário
E deixei o meu cabelo crescer. E agora já quero cortá-lo de novo. Bem curto. Beeeeeeem.
E quero arranjar um emprego. Pra gastar todo o meu salário em sapatos. E viagens. E quero trabalhar e quero crescer sozinha e quero ver o mundo.
É isso: não quero ter uma profissão, não quero casar, não quero comprar um carro... eu quero viajar.
Tuesday, May 20, 2008
Um minuto de silêncio aos homens frouxos
Sim, o amor acaba, como sentenciou a mais bela das crônicas de Paulo Mendes Campos:
'Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar...'.
Acaba, mas só as mulheres têm a coragem de pingar o ponto da caneta-tinteiro do amor. E pronto. Às vezes com três exclamações, como nas manchetes sangrentas de antigamente, SANGUE, SANGUE, SANGUE!!!
Sem reticências... Mesmo, em algumas ocasiões, contra a vontade. Sábias, sabem que não faz sentido a prorrogação, os pênaltis, deixar o destino decidir na morte súbita.
O homem até cria motivos a mais para que a mulher diga basta, chega, é o fim!!! O macho pode até sair para comprar cigarro na esquina e nunca mais voltar. E sair por aí dando baforadas aflitas no king-size do abandono, no cigarro sem filtro da covardia e do desamor. Mulher se acaba, mas diz na lata, sem metáforas. Melhor mesmo, para os dois lados, é que haja o maior barraco.
Um quebra-quebra miserável, celular contra a parede, controle remoto no teto, óculos na maré, acusações mútuas, o diabo-a-quatro. O amor, se é amor, não se acaba de forma civilizada.
Nem aqui nem na Suécia. Se ama de verdade, nem o mais frio dos esquimós consegue escrever o 'the end' sem pelo menos uma discussão calorosa. Fim de amor sem baixarias é o atestado, com reconhecimento de firma e carimbo do cartório, de que o amor ali não mais estava. O mais frio, o mais 'cool' dos ingleses estrebucha e fura o disco dos Smiths, I Am Human, sim, demasiadamente humano esse barraco sem fim.
O que não pode é sair por aí assobiando, camisa aberta, relax, chutando as tampinhas da indiferença para dentro dos bueiros das calçadas e do tempo. O fim do amor exige uma viuvez, um luto, não pode simplesmente pular o muro do reino da Carençolândia para exilar-se, com mala e cuia, com a primeira criatura ou com o primeiro mancebo que aparece pela frente."
Por Xico Sá, na seção Amor e Sexo do iTodas.
Tuesday, May 06, 2008
Thursday, April 24, 2008
Amor de vidro
Sunday, April 20, 2008
Testosterona de parquinho
"The further we go
And older we grow,
The more we know,
The less we show."
Tudo tem conserto nessa vida, menos falta de caráter.